PROGRAMA
EMPREENDER
PROGRAMA
EMPREENDER
CONVÊNIOS
CONVÊNIOS
SERVIÇOS
E SOLUÇÕES
SERVIÇOS
E SOLUÇÕES
Retomada do comércio exterior, anunciada por Temer, deve beneficiar setor produtivo
Com o anúncio do presidente interino, Michel Temer, de ações para fortalecer o comércio exterior, empresários e todo o setor produtivo terão mais mercados para vender bens e serviços. A avaliação é do assessor econômico da Faciap, Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná, Arthur Schuler da Igreja, que também é professor da Fundação Getulio Vargas (FGV). “Nos últimos 13 anos, o Brasil se fechou para outros países. Essa agenda de retomar a conexão com o mundo é muito importante para a economia”, afirma ele.
Segundo as medidas anunciadas, Temer pretende dar prioridade à atuação da Câmara de Comércio Exterior (Camex). O senador José Serra foi convidado para dirigir o Ministério de Relações Exteriores.
As negociações com outros países estagnaram na última década, período em que o Brasil focou no consumo interno. A última tentativa de expansão no comércio exterior foi registrada no governo Lula, com o BRICS, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, mas que não se sustentou. “A Rússia entrou em colapso econômico e Índia e China acabaram se distanciando”, diz Arthur Schuler da Igreja.
A priorização do consumo interno fez com que brasileiros comprassem mais e houve muita liberação de crédito. “Tendo todo esse incentivo a consumo, a agenda internacional foi praticamente ignorada. O Brasil se fechou para várias discussões de blocos econômicos, o Mercosul já não vinha funcionando e ficou ainda pior”, relata o assessor econômico da Faciap. O foco no consumo interno se mostrou um voo de galinha, com grande impacto, mas somente no curto prazo. Agora, esse consumo está esgotado e não há mais como fazê-lo crescer. “Por isso, retomar o comércio exterior será bom para a economia do país”, diz o assessor econômico da Faciap.
Para o empresário, o cenário é otimista. Com uma participação maior do Brasil em acordos internacionais, o setor produtivo poderá aproveitar a abertura de novos mercados. “E poderá exportar não apenas bens manufaturados, mas também serviços. O Brasil é um dos países que menos exportam serviços no mundo. A exportação de serviços dentro da atividade econômica brasileira corresponde a menos de 3%. Em países como o Chile, esse número passa de 30%”, afirma Arthur da Igreja. “O país também tem uma cultura de exportar apenas commodities. Mais de 43% do que o Brasil exporta é soja, minério de ferro e petróleo. Precisamos mudar isso e ampliar o leque, incluindo mais itens, serviços e também capital intelectual”.
Data de Publicação: 31/07/2016
Autor: FACIAP
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Prestando contas
Acelera Pato Branco: ACEPB monitora avanço de obras e cobra celeridade em projetos estratégicos
Reunião Semanal
Conferência municipal de Meio Ambiente 2026 mobiliza Pato Branco em torno da sustentabilidade
Núcleos em ação
Núcleo Jurídico da ACEPB define cronograma de ações voltadas à regularização empresarial e combate à violência doméstica
Núcleos em ação
ACEPB lança Núcleo de Eneagrama para fortalecer lideranças e gestão de pessoas em Pato Branco
Visita Sebrae PR
Gestores do Sebrae e ACEPB fortalecem laços em visita estratégica a Pato Branco
ASSOCIADOS
DIGISEG DISTRIBUIDORA
R TOCANTINS
Telefone: (46) 3025-4909
ACARAJÉ E BATATAS RECHEADAS DA LILY
RUA BASILIO TIECHER
Telefone: (46) 8810-2922
JP EVENTOS
RUA JOAQUIM NABUCO
Telefone: (46) 8404-4171
SBARAINI IMOVEIS
RUA ITABIRA
Telefone: (46) 3224-1302
A.A ROTTA
BR 158, km 529
Telefone: (46) 3220-2121