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Economia
segunda, 24 de outubro de 2016
Como a economia criativa vem quebrando paradigmas
Calma, primeiro, vamos deixar claro que o que vamos tratar aqui não tem nada a ver com contabilidade criativa, o termo usado pela gestão do então ministro da Fazenda Guido Mantega para explicar as contas do governo e que causou tanta polêmica em 2013. Pelo contrário, nada de números, a economia criativa vê o intelecto como matéria-prima e seu principal capital.
Segundo o inglês John Howkins, autor do livro “The Creative Economy”, publicado em 2001, ela é baseada em uma nova maneira de pensar e fazer. Seus princípios são os talentos e as habilidades individuais e não o dinheiro ou as máquinas.
Para José Kassai, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA/USP), a economia criativa contesta o ciclo tradicional econômico de extração/produção/distribuição/consumo/descarte, pois “nem tudo o que se descarta volta para recompor a natureza da mesma forma, por exemplo. Hoje, entendemos a economia como um ciclo linear, em que os recursos são finitos e é necessário respeitar os limites durante a exploração deles”, explica.
Na década de 60, o valor de mercado de uma empresa na Bolsa correspondia em sua maior parte por fatores tangíveis e atualmente a situação se inverteu. Agora, cerca de 80% a 90% do valor de uma companhia é constituído por fatores intangíveis como reputação, imagem, respeito, etc.
O Facebook é um bom exemplo disso, assim como as startups. A empresa de Mark Zuckerberg já ultrapassou neste ano a marca de 300 bilhões de dólares e seu bem mais valioso é sua quantidade de usuários. Cerca de 1,6 bilhão de pessoas acessam a rede social todos os dias e o status de campeã de popularidade eleva seu poder simbólico, atraindo investidores e publicidade.
Por visar revitalizar as indústrias de manufaturados, serviços, varejo e entretenimento, a economia criativa está influenciando até o comportamento das pessoas e sua visão de carreira.
Os YouTubers são outro bom exemplo, como o sueco Felix Kjellberg, dono do canal “PewDiePie”, que reúne vídeos sobre o universo dos games. Ele faturou 12 milhões de dólares em 2015 e se tornou o YouTuber mais rico do momento, segundo a Forbes.
O conceito também vem revolucionando a educação. De acordo com Kassai, as universidades estão estudando os fenômenos econômicos, sociais e ambientais de forma mais ampla e pluridisciplinar. E, com isso, a sociedade está começando a entender e mudar valores de bem-estar e felicidade, principalmente a parcela mais jovem.
Por aqui já chegaram instituições internacionais especializadas no segmento, como a Escola Britânica de Artes Criativas (Ebac), em São Paulo. E não faltam ofertas de cursos e oficinas sobre a tendência que transforma ideias em dinheiro.
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